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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Patrocínio esportivo não é assistencialismo

Sócios,


Já discutimos ao longo desses 2 anos que o mercado esportivo vem se profissionalizando, novos modelos de negócio estão surgindo, existe a tendência de hiper inflação em algumas modalidade, etc, etc, etc, mas mesmo assim no dia a dia observam-se atitudes que parecem ir na contramão dessa corrente positiva de profissionalização.

Em posts mais antigos discuti a dificuldade em dar sinergia aos objetivos de proponentes e patrocinadores,tanto em patrocínios puros quanto incentivados. Essa semana alguns atletas apoiados por nossos clientes confundiram Patrocínio Esportivo com Assistencialismo Esportivo, mas para minha surpresa leio a notícia "Luiz Razia lamenta falta de interesse de empresas brasileiras" que tem como protagonista o jovem piloto da F1, integrante da equipe Lotus.

O mercado, extremamente caracterizado por grandes investimentos em atletas expoentes em suas modalidades, implica no desafio de atrair patrocinadores à base e região intermediária da pirâmide esportiva brasileira. Tal cenário se aplica ao futebol, vôlei, basquete e todas modalidades, já que é evidente que conseguir aportes as grandes e midiáticas estrelas é muito mais "fácil".

Os atletas, empresários, agentes e agências precisam, urgentemente, entender que para atrair os patrocinadores é preciso não apenas resultados, mas sim que seus atributos e objetivos estejam alinhados com as estratégias institucionais e mercadológicas dos potenciais patrocinadores.

Considero um absurdo que qualquer atleta questione executivos sobre o que é ou não uma oportunidade para a marca/empresa que estes são responsáveis pelo gerenciamento.É extremamente negativo para o atleta proferir argumentos como os utilizados pelo Razia em contato com representantes da GE (declaração retirada do portal Máquina do Esporte), "Para uma grande empresa, cinco milhões não é nada. O que são 5 milhões de Euros para a GE?".

Esse ponto de vista está obsoleto, ultrapassado, já era, fora de moda... chamem como quiser. A grande questão e reflexão deve ser feita é: O que fazer, melhorar, mudar para me tornar atrativo comercialmente para a marca patrocinadora? Eu, atleta, sou capaz de reforçar ou agregar atributos ao patrocinador?Minha imagem, resultados, atividades extra esporte contribuirão para os resultados da empresa?

Sem mais


Abs


terça-feira, 8 de junho de 2010

Pesquisa Lance Imperdível

Olá Pessoal,

Essa semana o Meio e Mensagem liberou mais alguns dados interessantes da Pesquisa Lance Imperdível no que se refere a efetividade e influência dos patrocínios no momento da tomada de decisão de compra dos torcedores de futebol. O estudo, que realizou três mil entrevistas e questionou sobre qual melhor frase reflete a atitude frente à compra de produtos da marca que patrocina seu time, parece confirmar que os patrocínios pontuais pouco afetam o hábito de consumo do consumidor/torcedor.


Dentre os números que podem ser destacados vale a pena refletir sobre os 27% que responderam positivamente, afirmando que o fato da marca patrocinar seu time influencia a preferência de compra da mesma e os 64% que disseram nada influenciar a compra de marcas patrocinadores de deus times.

As hipóteses para justificar os resultados estão diretamente relacionadas a duração do relacionamento entre patrocinador e clube, pois é certo que a longevidade da parceria influencia a percepção do consumidor, logo pode-se concluir que os melhores patrocínios são os fundamentados em estratégias e resultados de longo prazo.
No entanto, ainda discordo da afirmação do respeitado sociólogo Alberto Carlos Almeida que na reportagem atesta que " patrocínio recente é lembrado, mas não motiva muito a compra", já que não acredito que este sequer seja lembrado. O importante é que os dados corroboram a importância de não apenas patrocinar, mas também ativar as propriedades disponíveis.
Em breve retorno com uma análise mais detalhada dos números
Abs