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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Gestão de Benefícios no Esporte


Econcard fecha com Touch Sports e entra no mercado esportivo


A empresa Econcard, especializada em gestão de benefícios, se prepara para desembarcar no badalado mercado esportivo. A motivação para ingressar no novo mercado baseia-se na expertise da empresa, na necessidade dos clubes de maximizar suas fontes de receitas e na demanda crescente de processos gerenciais profissionais. Os investimentos para iniciar a operação não foram divulgados, mas o plano de negócios já está aprovado pelos proprietários. Os trabalhos avançam para a etapa de implementação do negócio.
Na prática a empresa oferecerá ao mercado soluções em benefícios customizadas, capazes de alavancar o aumento da base de associados de clubes, reduzir custos operacionais, fidelizar os sócios, gerar novas fontes de receitas e expandir capacidade de negociação de propriedades, que não objetivam a visibilidade.
O novo desafio terá suporte da Touch Sports, consultoria de gestão de marcas no esporte, e as empresas irão se comprometer com os resultados dos clientes apostando na gestão profissional de toda cadeia deste serviço, ou seja, auxiliando desde promoção até atendimento de back office.
Para Christian Fernandez, sócio proprietário, a EconCard acredita que a parceria com a TouchSports permitirá que as interações positivas com os clientes e o alto nível de qualidade oferecidos a empresas, seja apresentado aos clubes sociais e esportivos. Alterando sobremaneira a atual relação dos clubes com seus associados, viabilizando uma relação mais profissional e uma percepção de alto valor agregado.
“Existe uma necessidade latente dos clubes em otimizar seus programas para sócio- torcedores de forma a depender cada vez menos da preferência e/ou descontos na compra de ingressos. Mas, na grande maioria das vezes, poucos clubes sabem como aproveitar a gestão de benefícios como meio para aumentar o faturamento junto à base de associados. Além disso, os benefícios são negociados caso a caso, sem ganho de escala e isso reduz o valor percebido pelo sócio” reforça Lucas Bueno, responsável pelas áreas de planejamento e comercial da Touch Sports.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O não incentivo da Lei de Incentivo

Sócios,
Mais uma vez cá estou a me desculpar pela ausência nos últimos 45 dias. De qualquer maneira nesse período separei algumas temáticas interessantes que serão compartilhadas no mês de Janeiro.
Para iniciar os debates de 2011 optei por postar alguns dados extraídos do portal Máquina do Esporte, no dia 14/12/2010, que escancara a ineficiência do Estado em transformar a Lei de Incentivo ao Esporte em uma ferramenta que de fato contribua para o desenvolvimento do desporto brasileiro. Por outro lado, os dados confirmam o despreparo e/ou medo das grandes organizações que operam em lucro real em utilizar a lei para otimizar seus negócios. Além disso, pode ser uma evidência de que os projetos nada se adequam as estratégias corporativas.
A dinâmica é simples, PJ declarantes de lucro real podem destinar 1% do IR devido para projetos previamente aprovados junto ao Ministério do Esporte, na prática, acertadamente ou erroneamente, vendido pelo mercado como "transformar impostos em verba de marketing".
Em 2010 o ME aprovou 324 projetos que totalizavam aproximadamente R$ 132.629.000 a serem captados, mas apenas 99 projetos obtiveram êxito no processo de captação e conseguiram arrecadar quase 6 milhões de reais, ou seja, menos que 4,48% do total liberado. O números do ano passado são os menores desde que a lei foi sancionada e confirma que o modelo de repasse pouco tem sido aproveitado.
Para efeitos comparativos em 2007 foram captados 53,53% do total aprovado, em 2008 33,45%, em 2009 11,20%. A decadência na captação me fez refletir sob 3 diferentes possibilidades:
- Os projetos são formatados, aprovados, mas não existe fôlego em comercializá-los, logo a "culpa" é da União e dos proponentes, pois uma não oferece suporte no processo de approach junto as empresas e outros não alinham "sonhos' e "projetos" as demandas de mercado;
- As empresas desconhecem a simplicidade dos trâmites burocráticos e os terceiros que comercializam os projetos não estão sabendo deixar a facilidade evidente;
- A lei é falha ao parecer "assistencialismo" da iniciativa privada.
O que chama a atenção é que projetos com alta visibilidade, pois são televisionados, não encontram nenhum dificuldade em conseguir os aportes. Projetos nanicos raramente são alvo das organizações e projetos que contemplem visibilidade, resultados, controle e são consistente "ralam" para conseguir 100% da verba liberada, basta olharmos o caso do Clube Pinheiros, talvez hoje o melhor projeto esportivo do país, que não conseguiu 100% do dinheiro liberado.
Sendo assim, melhorias na lei poderiam servir como catalisadores no processo de captação. Para isso, proponho uma postura adicional a de controladora já exercida pelo Estado, uma conduta ativa de desenvolvimento de novos negócios dando sinergia entre iniciativa privada e proponentes de modo a viabilizar que tais projetos saiam do papel. Em um cenário mais radical uma decisão "top down" na qual obrigasse ou fizesse repasse direto do famoso 1% para os projetos, já que pode ocorrer das organizações não quererem suas marcas associadas a uma modalidade X ou evento Y e isso lhes é de direito.
Afinal faz sentido 4,48%? No que isso ajudou o esporte brasileiro?
Esta é uma discussão resumida e simples do problema que pode continuar e se aprofundar com a participação de vocês.
Forte Abraço

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Touch Sports fecha parceria e passa a operar na Itália



A definição do Brasil como sede da próxima Copa do Mundo e das Olimpíadas 2016 colocou o país na mira de investimentos estrangeiros e agitou o mercado de marketing esportivo. Nos últimos meses, Ronaldo se associou a WPP, Brunoro e Neogama se uniram para criar um novo negócio e muitas outras empresas nasceram na tentativa de aproveitar as oportunidades que serão geradas.


Atenta a essa movimentação, a Touch Sports, consultoria especializada em gestão de marcas no esporte, optou por adotar uma estratégia ativa para geração de novos negócios intercontinentais e, por isso, acertou uma parceria para prospectar potenciais investidores internacionais. A empresa passa a ter agora uma sede na Europa, sendo que o primeiro escritório está situado na cidade de Modena, Itália.


A operação italiana será gerenciada pelo executivo Gustavo Pieratti, profissional com carreira desenvolvida em empresas como Xerox e Sharp, e que há 5 anos reside, estuda e trabalha em Modena. No Brasil, a Touch Sports contará ainda com o reforço de André Luiz da Silva, executivo com ampla experiência no segmento healthcare, tendo atuado nos hospitais São Luiz, HCor, Santa Cruz e Vita Curitiba, onde ainda exerce a função de superintendente geral. Em breve, a Touch Sports inaugurará também sua operação em Curitiba.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Como o Banco do Brasil aceita isso?

Sócios,
Gostaria de compartilhar com vocês um vídeo que me deixou assustado. Fiquei sabendo do vídeo através de um dos colaboradores aqui da Touch Sports e confesso que a situação me preocupou? Afinal qual o papel dos patrocinadores das confederações? Somente injetar dinheiro? Creio que não!
Uma breve explicação... O Banco do Brasil é patrocinador oficial da Confederação Brasileira de Ciclismo, sediada na cidade de Londrina-PR, uma entidade pouco estruturada e sem preocupações de garantir ao seu patrocinador o retorno. O agravante desta história é que mesmo com o aporte da instituição financeira a CBC não consegue desenvolver e muito menos incentivar atletas da modalidade.
Resumidamente, em uma etapa do mundial de Mountain Bike 4-X de 2010, a atleta Luana Oliveira, jovem promessa da modalidade, fez todos os participantes do evento + o narrador delirarem com o arrojo das manobras e técnica apresentada, mas..... Reparem... Conseguem perceber como o patrocinador está exposto no uniforme?
Seria um protesto? Informações que tenho : a atleta foi custeada pelo patrocinador de bicicleta, mas, obrigada, teve que usar o uniforme da confederação.
Confiram essa vergonha e façam o mesmo questionamento que fiz... Como o BB aceita isso?

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SWU confirma que Brasil ainda não está apto a organizar, produzir e promover grandes eventos.

Sócios,

Faz tempo que não nos falamos! Peço compreensão , pois as últimas semanas foram uma loucura no trabalho e exatamente por essa loucura que decidi ir com mais 2 amigos ao tão esperado SWU para assistir aos shows das minhas bandas favoritas!

Por isso, hoje, peço licença a todos para compartilhar com vocês a opinião de um profissional, mas sob ótica de um consumidor.

Por isso, através de um curto timeline, vou descrever as muitas experiências negativas e positivas do evento.

09/10

Saída, 7:30 am de São Paulo sentido Itu via Rod. Castelo Branco para fazer a triagem do camping e na sequência subir para a arena de shows. No km 78 entramos em Itu e primeira surpresa.....pouca sinalização e orientações de acesso a Fazenda Maeda.

Ao chegar na triagem do camping do “evento sustentável", acreditem um verdadeiro lixão a céu aberto com pouquíssimas latas de lixo, muitas pessoas deitadas no chão e bastante frio. Me permiti especular o que estava ocorrendo e todas essas pessoas estavam na fila desde à 1:30 da manhã e já eram 9:00.

Então entramos na fila... quando de repente fomso informados que o estacionamento só seria gratuito até 10:00 am, mas , com certeza, não completaríamos a triagem até o horário. Então, um de nós pegou o carro e levou até o dito estacionamento. Chegando lá, nenhum, exatamente nenhum, promotor, produtor, segurança, policial, bombeiro e etc sabiam dar uma informação de maneira assertiva, logo já constatamos que os terceiros não haviam passado por treinamento.

Mas tudo bem vamos curtir, ok? Não.. quando decidimos tomar banho descobrimos que a organização não havia nos dados os cobiçados vale banhos e a fila de espera para curtir 7 minutos de água morna era de 2 horas e meia. Tudo bem , vamos tomar cerveja e esperar!

Banho tomado fomos para a Arena, uma confusão para entrar... ( eu já estava ficando muito puto), lá dentro o consumidor sendo feito de idiota... no caixa a cerveja custava 6 reais, com os marreteiros custava 7 reais, mas, nitidamente, a medida que a demanda ia aumentado o preço subia junto, a famosa fórmula oferta x demanda!

O som estava muito baixo e no principal show da noite.. duas quedas de energia, pois ao aumentar o volume das caixas os geradores eram exigidos e adivinhem? Deviam ser geradores pra esquentar água de chuveiro!!!!

10/10

Após dormir apenas 4 horas, acordei e pensei: “Vou aproveitar que está cedo e tomar banho!”, que ilusão: 09:30 da manhã e adivinhem.... FILA!!!! Me dirigi ao café e pela primeira vez durante os 3 dias a fila para fazer a necessidade fisiológica 1 era menor do que a para fazer a 2!!!!

Então vem a surpresa 12:00 decidimos tomar cerveja e ao chegar para pedir uma HEINEKEN passei pelo seguinte diálogo:

- Senhor, só temos Skol ou Itaipava!
- Mas não é um evento patrocinado pela Heineken?
- Não sei senhor! Sei que só temos Skol e Itaipava!
Não acreditando naquilo , perguntei de novo:
- Tem certeza? São cervejas de duas concorrentes: Ambev e Petropolis.
- Ah é? Elas tb patrocinam o evento?
Então desisti e comecei a reparar que todos os freezer eram da Ambev!

Deixei quieto e falei vamos aproveitar! Então uma jovem do camping passou mal e o socorro demorou a chegar, pois, no pronto atendimento, não tinha uma alma viva sequer!

Fomos ao show!!!!!!

11/10

O dia que eu mais esperava!

Resumo:

- Discuti com o marreteiro por causa da palhaçada dos preços, pois o preço da cerveja oscilava mais que ações das empresas X de Eike Batista
- Foi impossível comer qualquer coisa lá dentro.
- O som funcionou melhor!!! Acho que alugaram mais alguns geradores
- Desisti de pegar informações;
- E como consumidor e não profissional ajudei a disseminar o buzz negativo sobre o evento.


Sei que o assunto não está diretamente associado ao Esporte, mas , mais uma vez, o evento foi muito sustentável para o organizadores, afinal 3 dias super lotados, as marcas patrocinadoras , por mais que neguem, terão suas marcas associadas a diversas experiências negativas, os palestrantes do fórum indignados e o consumidor saiu prejudicado sem saber nada de sustentabilidade.


Vamos ficar atentados à organização e produção de eventos, mas acima de tudo aprender a proteger os patrocinadores dentro e no entorno do evento.


Abs

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O oceano azul da Vulcabrás

Sócios,

O governo brasileiro prorrogou por mais 5 anos as medidas de proteção de mercado para o setor calçadista. A sobretaxa aprovada pela Câmara de Comércio Exterior é de U$ 13,85 por par de tênis importado, além da alíquota máxima de até 35% referente à taxa de importação. Além disso, a medida também se aplica a calçados montados no Brasil que possuam 60% ou mais de seus componentes oriundos da China, Vietnã ou Malásia.

A taxação, que até março deste ano era de U$ 12,47, não afeta apenas o famoso BIG 3 (Adidas, Nike e Puma), já que players nacionais são responsáveis pela distribuição de marcas internacionais e em muitos casos apenas montam os produtos em terras canárias.

As implicações de medidas antidumping como esta são percebidas em toda cadeia de valores do mercado de artigos esportivos e os reflexos na ponta de gôndola são inevitáveis, mas, de maneira simplista, gostaria de destacar o ambiente favorável para se criar um oceano azul da Vulcabrás. Devido a sobretaxa os preços dos produtos importados, com alta tecnologia e alto valor agregado aumentarão significativamente sob ótica do consumidor final (elevação do custo percebido) que naturalmente tenderá a analisar preço dos concorrentes antes da decisão final de compra.

O mercado de artigos esportivos depende e muito da venda de calçados e principalmente dos produtos da categoria Running. Nesse sentido, varejistas e indústria batalham árduamente para balancear vendas de calçados, vestuários e acessórios, pois, desta forma, conseguirão manter crescimento sustentável de seus negócios, ou seja, em caso de “crise”em uma das três categorias as outras equlibrariam as finanças do negócio.

O fato é que o grande prejudicado dessa história é o consumidor final, pois, como apaixonado por tênis, afirmo que as tecnologias importadas não se comparam as nacionais, seja por insumos ou maquinários utilizados no processo produtivo e por isso abaixo detalho resumidamente os porquês seremos prejudicados.

Tal contexto de consumo associado a perda de competitividade das marcas importadas acarretam em possíveis medidas para manutenção de mercado, mas que muitas vezes não são implementadas por jogos de interesses entre os intervenientes da cadeia. Começemos com os varejistas: estes poderiam aceitar um mark up menor das marcas importadas, conseguindo oferecer preços competitivos das mesmas, não ficariam dependentes do fornecedor brasileiro, manteriam sell out equilibrado, mas o impacto em sua lucratividade seria inevitável.

As marcas importadas por sua vez poderiam reduzir suas margens (mantendo ou não o mark up para o varejista), aumentar sua capilaridade de distribuição, intensificar a terceirização de produção nacional o que equilibraria a representatividade importados x nacionais nos seus negócios e maximizar seus investimentos em marca e trade marketing.

O consumidor por sua vez, me permitam usar e abusar de utópias, poderia boicotar marcas nacionais, aproveitar o crédito e facilidades de pagamento e até mesmo favorecer varejistas que lhe dê boas opções de compra.
Agora a grande beneficiada, a Vulcabrás, o que pode fazer? Aproveitar e muito os próximos 5 anos para consolidar ainda mais sua liderança de mercado e encontrar seu oceano azul, afinal ,com a sobretaxação, a empresa conseguirá aliar volume e margem.

Na prática acontece da seguinte forma, o fornecedor brasileiro aproveita o aumento de preços das marcas importadas, aumenta seu preço e mesmo assim será a melhor opção de compra para consumidores que valorizam o atributo “preco”, oferece um mark up maior ao varejista que optará por comprar produtos do portifólio da marca brasileira, já que a mesma estará investindo pesado em ações de trade marketing, marketing esportivo e campanhas publicitárias, paralelamente a marca nacional melhorará a qualidade dos produtos de seu portifólio e o resultado não falhará, menos dias em estoque, aumento de sell out, aumento de margem para varejista e marca. Pode ser a invasão de Olympikus nos pés do pessoal.

Nós consumidores pagamos o pato, mas não podemos negar que a estratégia da marca nacional otimiza o cenário favorável e é extremamente agressiva. Particularmente, acredito ser uma grande “best practices” de lobby e estratégias gerenciais.

Abs a todos







quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Expansão do ciclismo e a falta de investimentos consistentes

Sócios,
Atualmente o ciclismo nacional passa por um momento de forte expansão na quantidade de eventos e entrada de grandes players internacionais focados em bicicletas de alto valor agregado. Além disso, o aporte do Banco do Brasil à Confederação Brasileira de Ciclismo, o patrocínio da Petrobrás, a forte equipe de Paulínia e a alocação de recursos para eventos da modalidade por parte da Claro, quando associados à grande exibição do ciclismo em horário nobre e apelos de responsabilidade sócioambiental resultam em atletas vencedores e aumento da base de praticantes entusiastas em todo território brasileiro.

É nesse cenário de alta competitividade e crescimento que fica evidente o quão longe este mercado está de sua consolidação e de práticas agressivas de mercado (isso quando comparado a outros segmentos de mercado). O mercado das “magrelas” , com frota estimada entre 65 e 70 milhões, gera 200 mil empregos diretos (número que custo a aceitar) é dominado hoje pelas marcas Caloi e Houston, com 13 e 12 % de market share respectivamente. O que impressiona é a projeção de vendas na casa de 6,5 mlihões de unidades até o final de 2010.

Por outro lado, se analisarmos o mercado como um todo concluiremos que 45% do mercado estao pulverizados entre bicicletarias, pequenas marcas e na informalidade. Além disso, uma saída a campo confirmará que os intervenientes desta cadeia não estão nem um pouco aptos a aproveitarem esse “boom”, ou seja, jamais o crescimento será sustentável.

Os grandes varejistas se atentaram para essas deficiências e praticamente todos iniciaram vendas de bicicletas em suas lojas físicas e e-commerce, fato que pode no médio e longo prazo implicar em efeitos negativos para os fabricantes, a temida dependência. Sendo assim, qual o papel dos players deste mercado?

Por exemplo, no trade a venda é quase 100% sob a ótica do vendedor e estes possuem pouquíssimos argumentos de vendas, gestão de estoque inexiste, controle fiscal muito menos, assortment plan é desconhecido. Nesse sentido, poderia a indústria influenciar?

Poderia, mas o faz? Os canais de distribuição são poucos explorados e o portifólio é praticamente o mesmo para todos, bikes com preço de entrada misturadas com bikes de alta tecnologia e valor agregado, visual merchandising e planograma sem destaque, políticas de capacitação/treinamentos falhas e sem efetividade, ações conjuntas contra entrada de produtos importados sem unidade, ou seja, a indústria toma as rédeas do mercado ou em breve os quadros e peças chinesas, americanas, etc o fará.

Permitam-me a petulância. Se fosse eu, deixaria a equipe de P&D com os produtos e iria rapidamente desenvolver o mercado!


Abs a todos

Fonte: Máquina do Esporte, Abraciclo, Meio e Mensagem